| Charcot comenta um caso de histeria
Era nas terças que acontecia a Consulta externa de Charcot durante a qual, entre inúmeros pacientes ambulatórios, os casos típicos ou misteriosos lhe eram apresentados pelos assistentes para que ele os examinasse. Às vezes desanimava ver o mestre deixar cair uma parte desses casos “no caos da nosografia que resta ser descoberta”, segundo sua própria expressão; em outros casos, no entanto, ele podia formular observações muito instrutivas sobre os temas mais diversos da neuropatia. […] Ele parecia, ao mesmo tempo, trabalhar conosco, refletir alto, e esperar objeções por parte dos alunos. Aquele que tinha segurança o bastante podia colocar sua palavra na discussão, todas as observações eram levadas em consideração pelo mestre.
Relato de minhas viagens de estudos a Paris e Berlim financiadas por uma bolsa de viagem outorgada por ocasião do jubileu da universidade.
Este quadro d’André Brouillet estava pendurado no consultório de Freud em Viena e, mais tarde, em seu consultório de Londres.
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